Os jovens, a fé e o discernimento vocacional. Outubro 2018

XV Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos

Perguntas frequentes sobre o Sínodo dos Bispos

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Perguntas frequentes sobre o Sínodo dos Bispos

(Texto exclusivamente informativo)

 

O que é o Sínodo dos Bispos?

 

O Sínodo dos Bispos foi criado pelo Beato Paulo VI no dia 15 de setembro de 1965 com o Motu Proprio Apostolica Sollicitudo.

No dia 8 de dezembro de 1966 foi promulgada a Ordo Synodi Episcoporum celebrandae e no dia 20 de agosto de 1971 a Ordo Synodi Episcoporum celebrandae recognitus et auctus, enquanto em 6 de outubro de 2006 foi publicada uma edição revisada da Ordo Synodi Episcoporum.

O Sínodo dos Bispos é uma assembleia de bispos os quais, escolhidos das diversas regiões do mundo, se reúnem em tempos determinados para favorecer a estreita união entre o Romano Pontífice e os mesmos bispos e para prestar ajuda com seu conselho ao Pontífice Romano na salvaguarda e incremento da fé e dos costumes, na observância e na consolidação da disciplina eclesiástica e também para estudar os problemas relativos à atividade da Igreja no mundo (can. 342).

Cabe ao Sínodo dos Bispos discutir as questões propostas e expressar votos, mas não solucionar e emitir decretos sobre estas questões, a não ser que em certos casos o Romano Pontífice, que neste caso é responsável por ratificar a decisão do Sínodo, lhe conceda o poder deliberativo (cânon 343).

O Sínodo dos Bispos pode se reunir em assembleia geral, ordinária ou extraordinária, em que são tratadas questões referentes diretamente ao bem da Igreja universal; ou mesmo pode se reunir em assembleia especial, quando são tratadas questões específicas que cabem diretamente a uma ou mais regiões determinadas (can. 345).

O Sínodo dos Bispos se reuniu em Primeira Assembleia Geral de 29 de setembro a 29 de outubro de 1967.

Em 23 de março de 1970, o Beato Paulo VI, acolhendo o voto expresso pela Primeira Assembleia Geral, realizada de 11 a 28 de outubro de 1969, deliberou a Constituição do Consilium Secretariae Generalis Synodi Episcoporum, composto por 15 membros, dos quais 12 eleitos da Assembleia Sinodal e 3 nomeados diretamente pelo Santo Padre. O mandato a eles confiado dura pelo período de tempo entre uma e outra Assembleia Geral (can. 348 § I).

Após Assembleias Especiais foram também constituídos Conselhos que se referem a cada uma delas.

 (Fonte: Anuário Pontifício 2017)

 

(P.S. Dia 15 de setembro de 2018 o Papa Francisco assinou a Constituição apostólica Episcopalis communio sobre o Sínodo dos Bispos)

 

Documentos de preparação ao Sínodo sobre os Jovens

Documento preparatório

Instrumentum laboris

Reunião Pré-Sinodal. Documento Final.

 

Lista dos participantes da XV Assembleia Geral Ordinária

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Cobertura jornalística

Durante toda a duração do Sínodo, haverá Coletivas de Imprensa e briefings diários na Sala de Imprensa da Santa Sé, na Via della Conciliazione 54.

Todos os jornalistas que desejam participar precisam ser credenciados na Sala de Imprensa da Santa Sé.

Neste link da Sala de Imprensa da Santa Sé encontram-se informações relativas ao processo de credenciamento para jornalistas e operadores de mídia:

http://press.vatican.va/content/salastampa/it/accrediti/pubblico/accredito.html

Se um jornalista quiser entrevistar um Padre Sinodal ou outro participante do Sínodo, está livre para contatá-lo, concordando pessoalmente com o interessado.

O jornalista credenciado também pode enviar por email o pedido de entrevista a sinodo@salastampa.va, dirigido ao Padre Sinodal ou ao participante do Sínodo. A Secretaria Geral do Sínodo garante a entrega do pedido ao destinatário específico. Caberá ao entrevistado responder e eventualmente agendar a entrevista, fora da Sala Paulo VI.

Como é organizado o trabalho do Sínodo

Os trabalhos do Sínodo se realizam na Sala do Sínodo em sessões chamadas congregações gerais e das quais participam todos os Padres Sinodais. Elas são abertas com o pronunciamento “ante disceptationem” preparado pelo Relator Geral do Sínodo. Esquematicamente podem-se distinguir em três fases:

a.     Durante a primeira fase, cada membro apresenta aos outros a situação da sua Igreja particular. Esta rica troca de experiências de fé e de culturas sobre o tema do Sínodo contribui a fazer emergir uma primeira imagem da situação da Igreja, que deverá, no entanto, ser aprofundada e aperfeiçoada.

b.    À luz destas apresentações, o Relator Geral do Sínodo redige uma série de questões (reunidas no Relatório “post disceptationem”) que deverão ser debatidas durante a segunda fase, quando todos os membros do Sínodo se dividem em grupos – chamados Círculos Menores (Circuli Minores) – segundo as diferentes línguas. Os relatórios de cada grupo são lidos em assembleia plenária. Nesta ocasião, os Padres Sinodais podem pedir esclarecimentos sobre os temas expostos e fazer seus comentários.

c.     Na terceira fase, os Círculos dedicam-se a formar sugestões e observações de forma precisa e definida, de modo tal que nos últimos dias a assembleia possa proceder ao voto de propostas concretas. O trabalho inicial dos Padres Sinodais, reunidos nos Círculos, leva à formulação de proposições diferentes com base na discussão na Sala do Sínodo e nos Relatórios dos Círculos. Nos Círculos, os Padres sinodais podem votar uma proposta com o "placet" (aprovo) ou "non placet" (não aprovo). As propostas dos Círculos são então submetidas ao Relator Geral e ao Secretário Especial e reunidas em uma lista unificada de propostas, que é apresentada pelo Relator Geral em sessão plenária. Em seguida, os Círculos se encontram novamente para discutir tais propostas. É neste momento que os Padres Sinodais podem propor suas emendas individuais à atenção do Círculo, cujo propósito será reunir todos os votos de cada Círculo e sugestões de emendas às proposições. O Relator Geral e o Secretário Especial opinam sobre essas emendas coletivas e decidem se devem ou não ser incorporadas à lista final de propostas e, em caso de recusa, devem expor seus motivos em um documento chamado Exame das emendas. A lista final de propostas é então apresentada em sessão plenária, e depois submetida ao voto de cada Padre Sinodal, que pode decidir a favor ou contra a proposta.

 

Ao final de uma Assembleia Geral do Sínodo, o Secretário Geral arquiva todo o material na Secretaria Geral e redige o relatório conclusivo dos trabalhos para submetê-lo ao Santo Padre.

 (fonte: Radio Vaticana 2008)

 

Lista de todas as Assembleias Gerais

Assembleias Gerais Ordinárias

Assembleias Especiais

  • 2019 Assembleia Especial Panamazônica: Amazônia: novos caminhos para a Igreja e para uma ecologia integral.
  • 2010 Assembleia Especial para o Oriente Médio. A Igreja Católica no Oriente Médio: comunhão e testemunho.
  • 2009 Segunda Assembleia Especial para a África. A Igreja na África a serviço da reconciliação, da justiça e da paz.
  • 1999 Segunda Assembleia Especial para a Europa. Jesus Cristo, vivo na sua Igreja, fonte de esperança para a Europa.
  • 1998 Assembleia Especial para a Oceania. Jesus Cristo: seguir o seu Caminho, proclamar a sua Verdade, viver a sua Vida: um chamado para os povos da Oceania.
  • 1998 Assembleia Especial para a Ásia. Jesus Cristo o Salvador e a sua missão de amor e serviço na Ásia: Eu vim para que todos tenham vida e a tenham em abundância.
  • 1997 Assembleia Especial para a América. Encontro com Jesus Cristo vivo: o caminho para a conversão, a comunhão e a solidariedade na América.
  • 1995 Assembleia Especial para o Líbano. Cristo é a nossa esperança, renovados pelo seu espírito, solidários testemunhamos o seu amor.
  • 1994 Assembleia Especial para a África. A Igreja na África e a sua missão evangelizadora rumo ao ano 2000: Sereis minhas testemunhas.
  • 1991 Assembleia Especial para a Europa. Somos testemunhas de Cristo que nos libertou.
  • 1980 Assembleia Especial para os Países Baixos. A situação pastoral na Holanda.

Assembleias Gerais Extraordinárias

·         2014 Terceira Assembleia Geral Extraordinária. Os desafios pastorais da família no contexto da evangelização.

·         1985 Segunda Assembleia Geral Extraordinária. XX aniversário da conclusão do Concílio Vaticano II.

·         1969 Primeira Assembleia Geral Extraordinária. Cooperação entre a Santa Sé e as Conferências Episcopais.

 (fonte: Vatican.va)